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Comunicação não-violenta como método de resolução de conflitos (inclusive penais)

Empatia. Capacidade de se colocar no lugar do outro. Para mim, uma das qualidades mais fascinantes do ser humano. Imprescindível para os operadores do Direito, independente da área de atuação.

Uma boa resolução de conflitos tem como carro-chefe a empatia. E é a partir deste sentimento que se rege uma metodologia “para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo” – a Comunicação Não-Violenta (CNV), idealizada por Marshall B. Rosenberg, em 2006.

Meu primeiro contato com a CNV foi cerca de um mês atrás, no curso de Imersão da Escola de Criminalistas. Sim, um curso de formação de advogados criminalistas em que vivemos todo tipo de experiência de aprofundamento psicológico, autoconhecimento, superação e postura, perante o conflito, o acusado, a vítima, o promotor, a autoridade policial, o juiz, a sociedade.

Foi aí que comecei a pensar e entender a importância de mudarmos a forma como vemos, nos portamos e lidamos com os conflitos, em todas as esferas da nossa vida. Tem muito conteúdo bom gratuito na internet sobre CNV!

Vamos entrar para esse movimento, aprender a escutar (de verdade) as pessoas e mudar os nossos comportamentos?

Democracia como um projeto de todos

Nesta segunda-feira (02/09), o Ministro do STF Luís Roberto Barroso proferiu uma palestra aberta no Curso de Direito da UFSC. Em linhas gerais, a fala do constitucionalista foi a respeito de um olhar sobre o mundo e o Brasil, a partir da perspectiva da revolução tecnológica e digital, que mudou por completo a forma que vivemos; a crise da democracia, constatada a partir de uma onda populista e autoritária que assola o mundo, gerando uma dificuldade dos cidadãos se sentirem representados nas instituições; e uma essencial conscientização a respeito das mudanças climáticas. Por fim, o Min. também destacou a necessidade de se combaterem as campanhas de desinformação (fake news, deep fake), de se promover a inclusão, a melhora da educação básica e o combate à desigualdade.

Muito interessante ver e ouvir o Ministro além da Suprema Corte, dialogando com a comunidade acadêmica, dentro do único curso de Direito gratuito de Santa Catarina, ainda mais num momento tão delicado de insegurança quanto ao futuro das universidades públicas.

 

Durante a palestra me lembrei de um livro que li recentemente e que tem tudo a ver com o tema – “Como as Democracias Morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, um best-seller da Editora Zahar. Vale muito!

DICA DA SEMANA

A Juíza

Documentário

História da vida e carreira da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg, que hoje, no auge dos seus 86 anos, tornou-se um ícone “pop”, ostenta uma legião de fãs e é carinhosamente chamada de “Notorious RBG”. Brilhante e ferrenha defensora da igualdade de gênero, é a prova real de que nós mulheres podemos ocupar qualquer espaço. Que privilégio vivermos no mesmo mundo que essa mulher inspiradora… 

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