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A mulher que eu me tornei custou muito caro, não vou negar!

Em cada episódio do podcast Mulherão da Porra, que comando junto da @thaisemattarassad, perguntamos às convidadas o que faz com que elas se reconheçam como mulherões da porra.

E, ao menos até agora, todas as mulheres precisaram pensar bastante para responder a esta pergunta. Há um dificuldade muito grande, que é muito comum entre nós, de nos reconhecermos enquanto as mulheres fodas que somos.

Coloco no plural, pois compartilho muito dessa dificuldade. E só percebi isso durante as gravações dos episódios.

É um esforço falar que sou um mulherão da porra, apesar de participar de um podcast com este nome. É um esforço reconhecer toda a minha trajetória.

No episódio de hoje a Paola disse que a sociedade nos ensina que a arte de se fazer feminina é a arte de se fazer pequena.

Quantas vezes nos diminuímos para servirmos nas situações, nos espaços públicos, nos relacionamentos e na vida? Quantas vezes rimos baixo, falamos baixo, não expusemos nossas opiniões? Quantas vezes nos apresentamos menores do que somos?

Precisamos olhar para as nossas histórias com carinho, para o caminho que já trilhamos e para a caminhada que escolhemos a cada manhã.

Refletindo sobre isso tudo e ouvindo uma música da Maria (que está na dica desta semana) pensei sobre o quanto vivi e por tudo que passei para chegar até aqui. Avaliei quanto a mulher que sou hoje me custou e percebi que foi muito caro para que eu não usufrua intensamente dela e a reconheça!

Não é fácil, amigas! É um esforço diário.

Mas seguimos, lembrando umas às outras as mulherões da porra que somos!

Trecho do voto do min. Rogério Schietti

Feminicídio Político

No julgamento do IDC do caso Marielle Franco o ministro Rogério Schietti fez um voto que vale a pena ler na íntegra!

Afirma, no voto, que a pauta defendida por Marielle, uma mulher negra, lésbica e periférica foram ingredientes potencializadores para reações (absolutamente injustificáveis) de quem se sente incomodado com estas bandeiras (dentro da nossa sociedade patriarcal e misógina). 

No voto ainda é reconhecido que o assassinato de Marielle tratou-se de um feminicídio político.

Recomendo fortemente a leitura, que nos faz refletir bastante.

DICA DA SEMANA

Perdão - Maria

A música que me fez pensar na coluna desta semana!

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