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Um convite ao diálogo

Bom se antes eu já repetia incessantemente que diálogo era o caminho, em tempos de confinamento e crescente questões que surgiram no âmbito familiar, mexendo com as estruturas do Direito das Famílias, o diálogo passa a ser um caminho a seguir.

Dentro do Direito das Famílias, muitas dúvidas surgiram em virtude da contenção social exigida, seja na convivência entre os genitores, pensão alimentícia e seus possíveis desdobramentos (já abordamos por aqui), dentre outros assuntos ligado às famílias.

Bom, nenhum de nós imaginou em sã consciência que iniciaríamos o ano de 2020 com uma pandemia. Tudo é novo para todos.

Já sabemos que o isolamento social é importante para “achatar a curva” da contaminação do COVID-19, e por consequência, tal isolamento, atinge às famílias que precisarão se readaptar a nova rotina, uma vez que as medidas de prevenção, alteraram o calendário escolar, o transporte coletivo, empresas entre tantos outros seguimentos.

No mesmo sentido os fóruns estão fechados, trabalhando remotamente, mas por ora, somente casos urgentes.

Não sabemos quando tempo precisaremos lidar com o isolamento, e por certo, até lá a vida segue do modo que for possível. Sim a vida precisa seguir! E para frente!
Então o convite é para o DIÁLOGO.

Aquele tão falado bom senso para juntos os genitores encontrarem a solução mais satisfatória para a questão enfrentada.
É difícil? Sim! Eu sei.

Mas é o caminho! E talvez uma belíssima oportunidade de tirarmos algum proveito positivo deste momento.

Acordos transitórios seja sobre alimentos ou convivência como comentei em colunas anteriores, podem ser realizados.

O momento agora é de reaprender a conversar e pensar no bem da criança e ou do adolescente, em vez de ficar insistindo em competir, discutir, medir forças ou judicializar. Quem sabe neste momento onde sentimos que a vida é frágil, nasce ou melhor renasce a parceria pai e mãe?

Tempos difíceis queridos! Mas com grandes oportunidades.

E quando os genitores não conseguirem dialogar, caberá a nós advogados auxiliarmos neste momento. Vamos redobrar a empatia entre nós?

Não por acaso, o Código de Processo Civil (Lei n. 13.105/2015) e Lei da Mediação (Lei n. 13.140/2015) instituíram como princípio essencial do nosso ordenamento jurídico a promoção da solução consensual de conflitos.

Nós advogados somos também responsáveis pela ampliação do diálogo e promoção dos métodos consensuais dos conflitos.

Não tenho dúvida alguma que sairemos desta pandemia transformados. Quem já acreditava no diálogo agora se sente mais firme nos passos a seguir! Quem está descobrindo este novo caminhar: seja bem-vindo! Todos fazem parte!

É tempo de crise, mas também de diálogo.

Com carinho Alliny

Dois pais

Já nos ensinava Bert Hellinger toda criança tem dois pais. Necessita sempre dos dois pais e precisa poder amar os dois. Uma criança não entende por que seus pais se separaram. Ama os dois do mesmo modo. Às vezes, porém, quando os pais se separam e a criança permanece com a mãe, depende desta em todos os sentidos. Por vezes, sente medo de mostrar que ama o pai da mesma forma. Sente medo de aborrecer a mãe e perdê-la, juntamente com o pai, mas, em segredo, sempre ama o pai. Quando ouve sua mãe dizer que amou muito seu pai, então a criança pode demonstrar para a mãe que também ama o pai. Assim a criança se sente aliviada.

Perceba não é sobre concordar com tudo que aconteceu, especialmente no que diz respeito ao motivador do término, mas aceitar que foi da melhor forma possível. 

Afinal, em algum momento àquela relação foi bom e rendeu frutos: filhos!

E sabe de uma coisa? Foi o suficiente!

Mães e pais que conseguem fazer esse feito, olhar para o essencial e acolher os bons momentos vividos da relação afetiva amam por inteiro seus filhos e criam filhos saudáveis!

DICA DA SEMANA

Filhos do divórcio

Livro

Eu sou filha de um divórcio!!! Então esta obra foi especial! Filhos do Divórcio deveria ser uma leitura imprescindível para todos os filhos adultos oriundos de famílias divorciadas, para seus namorados, parceiros, para pais divorciados, para aqueles que pensam em se divorciar, bem como para juízes, advogados, e profissionais de saúde mental. Questionando algumas de nossas crenças mais acalentadas, este livro há de alterar para sempre o modo como pensamos sobre o divórcio e seu impacto de longo prazo sobre a sociedade!

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