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Pais felizes, filhos saudáveis

Em tempos de isolamento social, medos, incertezas do por vir e um bombardeio de informações os ânimos ficam por vezes a flor da pele. Se nós adultos estamos sentindo de forma marcante esse carrossel de emoções, imagine então crianças e adolescentes?

Imagine ainda, que diante de tudo que estão vivenciando: mudança das rotinas, não poder ir à escola, brincar na rua, ainda ter que conviver com dois adultos que deveriam conforta-lo neste momento e ao contrário estão brigando?

E pior usam eles como justificativa para as discussões e fazendo-os participar disto.

Sim! Eu sei que não está fácil! Mas agora é o momento crucial dos adultos se comportarem feito adultos – não que antes não fosse necessário.

Perceba que não estou pedindo para você esconder suas emoções com tudo que está acontecendo ao redor! Dividir com nossos filhos de forma adequada para idade, o que está acontecendo no mundo, o porquê da mudança de rotina, está tudo bem.

O que não está bem é acrescer a este momento discussões sobre convivência, restrições desnecessárias, brigas que as incluem.

Veja quando os pais estão felizes, podemos pensar no equilíbrio que estes, estão na sua vida como um todo. Com esse equilíbrio tornam o ambiente mais saudável e isso inclui a saúde emocional dos filhos.

O equilíbrio emocional dos pais contribui para a aprendizagem do equilíbrio emocional dos filhos, especialmente nestes momentos de adversidade que temos enfrentado. Que exemplo vocês estão dando aos seus filhos neste momento?

Os filhos mostram o que está no coração dos pais. Quando os pais estão disfuncionais, os filhos sentem a sobrecarga.

Durante o processo de ruptura conjugal, seja divórcio ou dissolução da união estável cabe um dizer ao outro: Aqui encerra-se esta história conjugal, mas nossos filhos permanecem.

E neste momento que estamos todos isolados e esperançosos com o por vir lições de empatia, resiliência e diálogo positivo são essenciais.

E principalmente, os filhos não precisam e não devem estar no meio como sintoma da incompreensão deste término, é dever dos pais protege-los.

O apoio psicológico para os pais em muitos casos traz mais benefícios para os filhos (as) do que muitas vezes as intervenções realizadas somente para a criança.

E acredite, quanto mais felizes os pais são, mais saudáveis serão os filhos.

Este momento difícil vai passar, e deixará lições em todos nós.

Qual lição deixaremos aos nossos filhos?

Com carinho Alliny.

Sobre ciclos

Momentos duros como estes que estamos passando nos fazem refletir sobre tudo que já foi e o que está por vir.

A vida é feita de ciclos.

E sabe ás vezes fechar um ciclo também é um gesto de amor. E muitas vezes de amor próprio.

Quando uma pessoa sai da sua vida é sinal que vocês cumpriram o que precisavam na vida um do outro.

Não é tão simples esse conselho, mesmo assim, não tente segurar ninguém, não force a barra.

Aceite que os ciclos se fecham e agradeça pelo que viveram.

Não se prenda em uma relação seja amorosa, amizade ou até profissional por conveniência, medo do julgamento alheio, dependência, vergonha, insegurança, para agradar ou por não querer “falhar”.

Quando não estamos mais 100% o outro sente e você também.

Deixa ir. Fechar um ciclo também é um gesto de amor.

Muitas vezes sentimos no ar, no olhar, ou na falta dele.

Então, se insistirmos em permanecer mais do que o tempo necessário, perdemos o sentido das outras etapas que precisamos viver. 

Algumas pessoas nos ensinam a AMAR outras nos ensinam a PERDOAR.

Mas todas nos ensinam algo.

Seja honesto com seu tempo, seja honesto com você.

DICA DA SEMANA

Novas formas de amar

Livro - Regina Navarro Lins

Obra de Regina Navarro Lins nos faz refletir sobre as mudanças relacionais dos últimos tempos. O poliamor, vida a três, aplicativos. O amor no século XXI! Todo mundo quer amar alguém ou alguéns. Ama-se o amor, canta-se o amor, vive-se em busca do amor. Mas amar exige muito aprendizado e este é o maior desafio dos casais. Nos tempos atuais, os desafios são ainda maiores porque surgiram novas formas de amar e é sobre isso que a psicanalista Regina Navarro Lins discorre neste livro. Depois da revolução sexual, do divórcio, da pílula, do movimento LGBTI e de tantas outras mudanças de costume, amar virou um verbo plural.

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