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Aprendendo a lidar com o conflito

Já conversamos por aqui que existem outras formas de lidarmos com o conflito para além da judicialização. Mas como saber lidar com o conflito sem estar vestido na armadura do combate?

Capacitação é o caminho.

Já sabemos que o novo Código de Processo Civil (13.015/15), trouxe grandes novidades, adequando-o aos princípios e garantias constitucionais. Seu grande feito para mim, foi trazer como caminho inicial medidas alternativas de resolução de conflitos dando ao ordenamento jurídico uma maior efetividade das normas constitucionais, principalmente ao direito à razoável duração do processo, determinando, categoricamente, no seu artigo 3º e respectivos parágrafos, que o Estado promoverá, sempre que possível, a solução consensual dos conflitos, através da conciliação, da mediação e de outros métodos, os quais deverão ser estimulados por todos – juízes, advogados, defensores públicos e membros do Ministério Público, inclusive no curso do processo judicial.

Com esse novo regramento, o Código visou assegurar um novo sistema multiportas na busca da pacificação dos conflitos, permitindo assim que outros meios alternativos, como a mediação por exemplo, fossem buscados, antes de se instaurar uma demanda.

Tais métodos denominados como autocompositivos, permitem que as pessoas envolvidas busquem a solução, sem a necessidade de um terceiro envolvido. Sai assim a figura do Estado Pai e entra protagonismo dos das partes.

E a advocacia é primordial neste caminho.

Quanto mais familiarizado o profissional da advocacia estiver com os métodos gestão de conflitos, maiores as chances de solução.

E quais métodos estão disponíveis neste sistema multiportas?

Vamos começar pela MEDIAÇÃO.

O objetivo da mediação é reconstrução e não a finalização por si só do processo ou a não abertura dele. O primordial é que as partes saiam com instrumentos necessários para reconstrução da comunicação, podendo observar quais valores as partes têm em comum, quais pontos divergem e quais passos podem ser dados para que suas vontades sejam respeitadas mutuamente.

A mediação familiar seja ela extrajudicial ou judicial permite a reabertura do diálogo entre os familiares envolvidos, até porque boa parte das relações familiares que possuem conflito, são relações onde os laços serão mantidos, como no caso de um conflito por um inventário, por exemplo.

Nós advogados somos pontes entre este momento conflituoso e por vir e se pudermos auxiliar que este rito de passagem seja suave, vamos lá!

Semana que vem falaremos um pouco sobre advocacia colaborativa, outro método autocompositivo e de excelentes resultados.

Até lá.

Com carinho Alliny.

Forma de caminhar

As vezes a gente não precisa de um novo caminho, mas de uma nova forma de caminhar. Bert Hellinger.

Em tempos difíceis de tantos medos e anseios. Em meio a um isolamento social que nos colocou dentro de casa. 

Vejo ao menos uma grande oportunidade dentro deste privilégio (sim é privilégio poder isolar-se), ir para DENTRO! Buscamos tantas coisas o tempo todo, atarefados e exaustos. Muitas vezes de tantas coisas sem importância.

Talvez, se olharmos para dentro de verdade, com profundo respeito, a gente não precise mudar o caminho, mas mudar a forma de caminharmos.

Ressignificar. Fechar ciclos. Julgar menos. Cobrar menos de si e dos outros. Amar mais. Olhar mais para si e para aqueles que amamos.

Desistir de ter sempre a razão. A vida está nos dando uma grande lição!

Não é sobre ganhar e perder!

E sobre o que fica quando dinheiro, cargos e selfies não tem o poder de nos tirar desta pandemia mundial.

Abrir mão. Olhar a vida com olhos novos.

Ainda que seja no meio da pilha de trabalho Home Office e das crianças correndo pela casa.

Não podemos passar por tudo que estamos passando e continuar achando que exaustos devemos seguir.

Vai lá!

DICA DA SEMANA

Viver duas vezes

Filme

Doce e emocionante, o drama espanhol é capaz de nos arrancar lágrimas e sorrisos; além de nos colocar diante a temáticas que, apesar de clichês, nos envolvem do início ao fim.

A próxima vida, não é sobre a doença degenerativa, mas um retorno ao passado, a buscar viver o que não viveu, o reencontrar com a família, a distância com sua prodigiosa neta.

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